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sexta-feira, 17 de julho de 2015

Auricoloterapia

O QUE É
É uma técnica da Medicina Tradicional Chinesa onde trata as mais diversas disfunções orgânicas através do Pavilhão Auricular (orelha) utilizando sementes ou pequenas agulhas (Opcional) que serão fixadas em determinados pontos correspondentes à disfunção apresentada. Os pontos do pavilhão auricular alem de terem uma ação energética também atuam por um mecanismo reflexo que, através do estimulo direto ou indireto sobre os mesmos, produz uma resposta ao nível de Sistema Nervoso Central, mais especificamente no Hipotálamo, o qual age sobre os órgãos correspondentes promovendo o que chamamos de homeostase.
ORIGEM
O emprego da Auriculoterapia no tratamento doenças não é recente. No Nei Ching, o livro que data de 4000 anos, considerado a bíblia da acupuntura, está descrito o uso do pavilhão auricular na cura da síncope. Outros livros antigos da dinastia de Tang e de Ming também mencionam o uso de pontos na orelha para o tratamento de diversas enfermidades.
FRANÇA: BERÇO DO DESENVOLVIMENTO DA AURICULOTERAPIA
Bem mais recente, em 1957, na França, Paul Nogier publicou trabalhos nos quais expõe a relação existente entre o pavilhão auricular e o resto do organismo, descrevendo, inclusive, experiências realizadas com pacientes e os ótimos resultados obtidos. Observando os povos do Mediterrâneo, que tinham por hábito o uso de pequenas cauterizações na orelha para o tratamento de várias moléstias, Nogier conseguiu descobrir uma série de pontos curativos. Estudando-os, chegou então, a estabelecer uma ligação entre a posição destes no pavilhão auricular e aquela ocupada pelo feto pouco antes do nascimento, colaborando de modo significativo para a evolução da auriculoterapia.
PESQUISAS NA CHINA
A despeito da eficiência da Auriculoterapia, o que a faz tão difundia na atualidade, são, em parte, as vantagens que apresenta, pois constitui um aprendizado, econômico, prático e destituído de efeitos colaterais.
É um tratamento utilizado no Pavilhão Auricular (Orelha) com o objetivo de tratar as disfunções existentes em nosso corpo. Sempre que ocorrer uma disfunção qualquer, ou seja: dores em geral, tristezas, angustias, estresse, cansaço, excesso de alegria e outras, nossas orelhas vão ficar sensíveis em determinados pontos nos indicando qual a disfunção que está ocorrendo no presente momento. O tratamento efetuado no pavilhão auricular pode ser com agulhas, sementes ou massagem.
Os pontos do pavilhão auricular além de terem uma ação energética, atuam por um mecanismo reflexo que, através do estimulo direto ou indireto sobre os prontos, produz uma resposta em nível de Sistema Nervoso Central, mais especificamente no Hipotálamo, o qual age sobre os órgãos correspondentes.
ESCLARECIMENTOS NECESSÁRIOS
Técnica muito utilizada nos tratamentos de: Obesidade, Tabagismo, Ansiedade, Insônia, Distúrbios da Tireóide, Amidalite e dores  
fonte:http://erato.com.br/index.php/atendimento/detalhes/19


segunda-feira, 15 de junho de 2015

Festa Junina

O tempo passa, os hábitos mudam, mas em boa parte do Brasil as festas juninas permanecem entre as mais populares manifestações do calendário católico. Sobrevivem também suas muitas simpatias que alimentam a fé e o imaginário de seus devotos. É provável que Antonio, João e Pedro sejam os santos mais procurados nesse quesito.
O ciclo anual da natureza prevê a morte e o ressurgimento da vegetação. Todos os anos as plantas passam por um processo de transformação: no outono, as folhas mudam de cor, tornando-se amareladas e murchas; no inverno, elas caem e deixam a planta sem folhas até que chega a primavera. O sol então começa a brilhar com mais intensidade e a vegetação renasce, brota e floresce para oferecer as sementes do novo ciclo, cujos frutos estarão maduros no verão.
No Hemisfério Norte, as quatro estações do ano estão demarcadas nitidamente; na região equatorial e nas tropicais do Hemisfério Sul, o movimento cíclico alterna os períodos de chuva e de estiagem, mas ainda assim o ciclo vegetativo pode ser observado da mesma maneira – alteração na coloração e perda das folhas, seca e renascimento.
Outro fato que ajuda a compreender a importância desses festejos está relacionado com a forma de sociabilidade que foi característica da sociedade brasileira. Desde o período colonial até meados do século XX, a maioria da população de todas as regiões do Brasil vivia no campo (até 1950, 70% da população brasileira vivia na zona rural; hoje, mais de 70% vive nas cidades). Fossem colonos e agregados das fazendas agrícolas ou vaqueiros em grandes fazendas de gado, fossem pescadores nas regiões litorâneas ou seringueiros na Amazônia, fossem sitiantes por esse Brasil afora, os brasileiros viviam integrados em grupos familiares, entendendo-se como família o conjunto de pais e filhos, tios e primos, avós e sogros.

As relações familiares eram complementadas pela instituição do compadrio, que servia para integrar outras pessoas à família, estreitando assim os laços entre vizinhos e entre patrões e empregados. Até mesmo os escravos podiam ser apadrinhados pelos senhores de terra.
Havia duas formas principais de tornar-se compadre e comadre, padrinho e madrinha: uma era, e ainda é, pelo batismo; a outra, por meio da fogueira. Nas festas de São João, os homens, principalmente, formavam duplas de compadres de fogueira: ficavam um de cada lado da fogueira e deveriam pular as brasas dando-se as mãos em sentido cruzado.
saiba mais em: tradições juninas yoki
jogo de argolas, as garrafas são decoradas imitando espiga de milho



terça-feira, 19 de maio de 2015

5 de junho: Dia Mundial do Meio Ambiente

O momento é de ação

O Planeta chega ao Dia Mundial do Meio Ambiente em momento crítico. É preciso agir e agir agora, para minimizar os impactos da sociedade de hoje sobre as futuras gerações.

Num momento em que a Natureza se apresenta especialmente inquieta, com manifestações causadas ou não pelo Homem – mas que cobram um preço alto em vidas –, tais como furacões furiosos, enchentes devastadoras, deslizamentos letais, invernos glaciais, chegamos ao Dia Mundial do Meio Ambiente chamando não somente à reflexão, mas, principalmente, à ação de todos em defesa da vida.
Todos temos como contribuir – direta ou indiretamente – para que as sociedades caminhem rumo à sustentabilidade e para que a harmonia entre o desenvolvimento socioeconômico e a conservação da natureza deixe de ser mera utopia.
Atitudes individuais e coletivas, como o consumo consciente no dia a dia e a exigência, pela população, do cumprimento das leis por órgãos governamentais em todos os níveis são fundamentais.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Festival Nacional de Cultura e Esporte Indígena

Festival Nacional de Cultura e Esporte Indígena em Bertioga (Foto: Reprodução/TV Tribuna)Festival Nacional de Cultura e Esporte Indígena em Bertioga (Foto: Reprodução/TV Tribuna)
O Jornal da Tribuna 1ª edição da última quarta-feira recebeu o Prefeito de Bertioga, Mauro Orlandini, para convidar todos a participar do Festival Nacional de Cultura e Esporte Indígena.
Os Guaranis, etnia indígena de Bertioga, convidam mais cinco etnias de todo o Brasil para participar da festa. O festival começa nesta sexta-feira (17), a partir das 9h, com feira de artesanato e exposição da cultura indígena. A abertura oficial será à noite, às 20h, com apresentações e esportes típicos.
Assista no vídeo ao lado o bate-papo com o Prefeito de Bertioga no Jornal da Tribuna 1ª edição
Durante todo o evento haverá uma tenda onde as etnias poderão discutir seus temas culturais. E para compensar a emissão de CO2 durante o festival, haverá o plantio de mudas, principalmente de palmito.
Todos estão convidados! Participe deste exercício cultural e ecológico.
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domingo, 12 de abril de 2015

Festival Nacional da Cultura e Esporte Indígena terá como tema os Jogos Mundiais

Festival Nacional da Cultura e Esporte Indígena terá como tema os Jogos Mundiais

Um dos maiores festivais do país sobre a cultura e o esporte indígena acontece em Bertioga, entre os próximos dias 17 e 19. O Festival Nacional da Cultura e Esporte Indígena, realizado pela Prefeitura de Bertioga, por meio da Secretaria de Turismo, Esporte e Cultura, e Comitê Intertribal – Memória e Ciência Indígena vai reunir cerca de 400 índios de cinco etnias, além dos anfitriões, Guarani.

Maravilhas da Discovery

Tem uma hora para ver maravilhas do espaço? Então senta e aproveite!